Nova grade de programação

nova grade sem 22

Lei de Incentivo à Cultura
Apoio: Prefeitura do Município de Maringá – Secretaria Municipal de Cultura e Farol Brasil Pizza Bar
Parceiros de Mídia: Circular Pocket / RPC
Fomento à Cultura: Instituto Cultural Ingá
Patrocínio: Viapar
Raudi / Dona Bica e Tio Bonato /
FA Colchões
Realização: 2 Coelhos Comunicação e Cultura / Ministério da Cultura e Governo Federal

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COMUNICADO

Cachorro cancelado.jpg

Infelizmente, por motivos de força maior relacionados ao ator Leonardo Fernandes, o espetáculo “Cachorro enterrado vivo”, que seria apresentado no dia 22 de novembro, está CANCELADO. Neste dia não haverá nenhuma atividade.

Reiteramos o convite para prestigiarem os outros dias da programação.

Atividades paralelas

Haverá debate após todos os espetáculos.

 

Oficinas

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Foto: William Ferro

Oficina Vivência: “[Sou Corpo; logo existo!]”

Com Narany Mireya (Suzano / SP)

Esta vivência faz um caminho de retorno intuitivo, com intenção de despertar e/ou aguçar a escuta de um corpo sensível, perceptivo e poroso, desautomatizando padrões cotidianos que nos retraem e condicionam. Através de treinamentos psicofísicos e jogos relacionais, investiga estados e qualidades de presença, que antecedem e nutrem a cena, evocando a existência e ação no aqui-agora. Um exercício de tornar-se permeável para se permitir afetar e ser afetado, conduzindo energias, acontecências, relações e criações.
Destinada a artistas do corpo e da cena (atores, bailarinos, performers, músicos, etc), e interessadxs na experiência de reconectar-se com o corpo que se é. A partir de 16 anos.

Dia 18 de novembro
Local: Teatro Reviver
Horário: 10h às 14h
Vagas: 15 (acima de 16 anos)
Carga horária: 4h

*Trazer roupas confortáveis para movimentação livre; canetas e um objeto pessoal, de qualquer tipo, desde que seja simbólico pra você e tenha valor afetivo.

Narany Mireya é atuadora do grupo Contadores de Mentira, sediado em Suzano / SP. É performer e estudante de Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP.

Oficina Nossas Histórias com Objetos Animados

Com Márcia Costa (Maringá / PR)

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Foto: Rachel Coelho

Esta oficina tem por finalidade desvendar histórias, desejos e sonhos que queiram ser compartilhados pelos participantes através do resgate de lembranças a partir de seus objetos pessoais.

Dia 26 de novembro
Local: Casa de Cultura Alcídio Regini
Horário: 9h às 13h
Vagas: 20

*É imprescindível trazer um objeto pessoal que tenha valor afetivo para o participante. Este objeto não será compartilhado nem sofrerá dano.

Márcia Costa é formada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Atriz desde os anos 1980, diretora e professora de teatro.

Informações: soemcena.maringa@gmail.com

Todas as atividades são gratuitas.

 

Quando o coração transborda

Maíra Oliveira (Esquadrão da Vida – Brasília / DF)

quando_o_coracao_transborda_foto_humberto_araujo_ALTA-43.jpgQuando o coração transborda estreou em 2015 com grande sucesso. Depois de algumas temporadas no DF, com mais de 60 apresentações, a peça alça novos voos com circulação nacional, ampliando seu público e divulgando a história cultural de Brasília, uma vez que é resultado de um novo olhar sobre o trabalho do Esquadrão da Vida, criado por Ary Pára-raios, pai de Maíra, há 38 atrás. A atriz percebeu como sua relação com seu pai e mestre influenciava seu fazer artístico e o trabalho da trupe. E decidiu que era preciso lançar um novo olhar para o futuro, sem perder os aprendizados do passado. Reverenciar a história, sem deixar de mirar a invenção do novo.

Foi então, repassando a história de sua relação com a arte, com o teatro e com seu pai e mestre, Ary Pára-Raios, que nasceu o roteiro de Quando o coração transborda. Na montagem, questões que envolvem a labuta diária do fazer teatral são expostas através das relações de atriz e mestre e de pai e filha, abrilhantando o olhar sobre o teatro e sua importância, bem como contribuindo para a discussão sobre o próprio fazer artístico e sua relevância para o momento atual.

O trabalho partiu da investigação de textos, memórias, cartas, músicas, poemas e imagens que fazem parte da trajetória do Esquadrão da Vida, da atriz e de seu pai. Em cena, um emaranhado de histórias e depoimentos que, juntos, compõem uma análise poética sobre a escolha profissional como artista.

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ESQUADRÃO DA VIDA – Fundado em dezembro de 1979, por Ary Pára-Raios, o Esquadrão da Vida foi pioneiro na abordagem de temas como o resgate e a valorização da cultura popular, a denúncia de exclusão de uma parte importante da sociedade dos espaços culturais tradicionais, a conscientização ecológica, dentre vários outros temas que ainda hoje ocupam os debates no mundo. Em sua linguagem, incorpora elementos expressivos das festas populares e de saltimbancos, como acrobacia, música e dança.

Sinopse: A partir de textos, músicas, cartas e lembranças, Maíra Oliveira reflete sobre o ofício do ator, aborda temas intimamente ligados à sociedade brasileira contemporânea e reconstrói sua trajetória como atriz, relembrando um pouco da história do grupo Esquadrão da Vida e da relação com seu pai, o grande criador Ary Pára-Raios.

Ficha Técnica
Atuação e Roteiro: Maíra Oliveira
Direção: Maíra Oliveira e João Antonio de Lima Esteves
Direção Musical: Roberto Corrêa
Preparação Corporal: Daniel Lacourt
Produção: Carvalhedo Produções
Direção de Produção: Tatiana Carvalhedo
Assistentes de Produção: Marcelo Nenevê, Pedro Ribeiro e Jef Alves
Figurino: Maria Carmen
Iluminação: Marcelo Augusto

Serviço
“Quando o coração transborda”
Maíra Oliveira (Esquadrão da Vida – Brasília / DF)
Dia 16 de novembro
Local: Teatro Reviver
Horário: 20h
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

Os ingressos serão distribuídos meia hora antes (somente um por pessoa).
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início dos espetáculos.
Programe-se!

Mequetrefe Circo Show

Gustavo Bertin (Cia Cirko Volonte – Londrina / PR)

O Palhaço Mequetrefe se prepara para seu novo show de habilidades, mas os números não ocorrem exatamente da forma que deveriam e tudo se transforma em um divertido jogo cômico. Chicote, monociclo, mágicas, malabarismo e interações com a plateia são os ingredientes que dão vida a esse espetáculo.

A Cia. Cirko Volonte nasceu na cidade de Sumaré (SP) com uma trajetória que completou mais de uma década. Gustavo Bertin, ator e diretor, é malabarista, músico e artista de rua, já se apresentou em diversas cidades brasileiras e atualmente é aluno de graduação no curso de Artes Cênicas na Universidade Estadual de Londrina (UEL). Recentemente o espetáculo foi apresentado no Filo (Festival Internacional de Londrina).

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Foto: Milton Dória/Filo

Ficha Técnica
Elenco e Direção: Gustavo Bertin
Figurinos e Cenário: Cia. Cirko Volonte
Música, Adereços e Produção: Gustavo Bertin
Operação: Hanny Reis

Serviço
“Mequetrefe Circo Show”
Gustavo Bertin (Cia Cirko Volonte – Londrina / PR)
Dia 17 de novembro
Local: Praça Luiz Moreira de Carvalho – Distrito de Iguatemi
Horário: 14h
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

Tempos de Cléo

Márcia Costa (Maringá / PR)

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Foto: Renato Domingos

Realizado com recursos do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2014, a primeira inspiração para este trabalho foi uma personagem real das ruas maringaenses chamada Cléo. A partir da observação desta assídua frequentadora do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) que o projeto surgiu e ganhou corpo, para aos poucos, durante o processo, descolar-se da personagem e seguir outros rumos.

“Tempos de Cléo” propõe um encontro ao ar livre. De repente, nos deparamos com a errante, uma acumuladora de histórias e seu corpo transbordado de memórias. Em uma pessoa está a lembrança de muitas: a alegria de Jéssyca, o amor da mulher que só por amar já vai pro céu, a simpatia do consertador de sapatos, o nervoso ex-militar da feira, o delicado vendedor de algodão doce, o intrépido homem que não toma remédio contra HIV e tantos outros e outras que estão nessa instigante jornada. No espaço de passagem ou na passagem do tempo fica o convite para saborear essas histórias.

O espetáculo estreou em outubro de 2015 em Maringá, após mais de um ano de processo, cumprindo temporada de dez apresentações em locais variados, como a feira livre, a Universidade Estadual de Maringá, praças e Academia da Terceira Idade do Conjunto Ney Braga. Desde então, o espetáculo vem participando de festivais, tais como a mostra FRINGE, do Festival de Curitiba; o FESTIA – Festival Internacional de Teatro de Canoas (RS) e o FETACAM – Festival de Teatro de Campo Mourão. Apresentou-se também no SESC Cadeião Cultural de Londrina, na Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo/SP e na extensão da primeira edição da Só em Cena, em Sarandi.

Ficha Técnica
Atuação: Márcia Costa
Direção: Gabi Fregoneis
Texto e Assistência de direção: Carolina Santana
Figurino: Cristine Conde
Projeto visual: Sérgio Augusto
Música: Édipo Leandro Ferreira
Produção e Assessoria de Imprensa: Rachel Coelho
Costura: Adriana Madeira

Serviço:
“Tempos de Cléo”
Márcia Costa (Maringá/ PR)
Dia 17 de novembro
Local: Teatro Barracão
Horário: 20h30
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

NESTE DIA HAVERÁ INTÉRPRETE DE LIBRAS.

Parceria com o projeto Convite ao Teatro
Os ingressos serão distribuídos meia hora antes (somente um por pessoa).
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início dos espetáculos.
Programe-se!

Performances

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“Srª Mídia mandou, eu obedeço (ou não)”
Performer: Leonardo Vinicius Fabiano (Maringá / PR)

Sinopse: Desde seu surgimento – e até anterior a isso – a nossa Exa. Mídia planta, agua, cultiva e colhe seres humanos inexistentes e uma beleza inalcançável, criando verdadeiros FrankSteins feitos de pedaços de corpos ideais, costurados a base de muita angústia e sofrimento. Mas, pra onde vão os seres reais, os que realmente existem e não aparecem nas revistas?

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“Gritos para além os muros”, de Nico Scomparim. Foto: Marina Gallo

“Gritos para além dos muros”
Performer: Nico Scomparim (Londrina / PR)
Equipe Técnica: Bruno Prado

Sinopse: A corda!
Caio e Agenor.
Pois é em meu corpo que atuar me dói agora. A vida grita, a luta
continua. Isso que pode nos matar é exatamente o que também pode nos
salvar. Morrer dói sim. Dói pra quem fica.
A performance recorre as linguagens e treinamentos do circo para
tratar de um corpo gay que é tratado como doente por nossa sociedade.

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“Soul dessas”, de Aline Luppi Grossi. Foto: Gustavo Simão

“Soul dessas”
Performer: Aline Luppi Grossi (Maringá / PR)
Produção: Coletivo (SI)mento Urbano

Sinopse: “Eu sei que o meu corpo te incomoda
Sinto muito, o azar é seu
Abre o olho, eu tô na moda
E quem manda em mim sou eu”.

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“Urro”, de Paulo Vitor Miranda. Foto: Paulo Tardelli

“Urro”
Desordenada Coletivo Artísitico (Londrina / PR)
Ator e Direção: Paulo Vitor Miranda
Produtoras: Thalita Gonçalves e Camila Deduch
Orientação Artística: Laura Franchi, Fernando Strático e Aguinaldo de Souza
Classificação: 16 anos

Sinopse: Não te manifestarás pelos corredores
Não caminharás desnudo
Não ameaçarás a ordem
Não fugirás das convenções
Permanecerás em teu invólucro
N gritarás
à gozarás
O incomodarás
Criatura imbecilóide – estúpida – grotesca – transfigurada
URRRRRR
que assim seja.

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“[The Dance – Of Life… Of Days (((Valsa sem Nome)))]”
Performer: Narany Mireya (Suzano / SP)
Coautoria: Cia do Escândalo.
Concepção do Vestido: Pedro Zappa e Raissa Maznik
Apoio Astral e Técnico: Math’eus Borges.

Sinopse:
ela só quer dançar
a vida e os dias
sem parar!

ainda que não tenha nome a valsa
ainda que não haja som ou música
ainda que ralente o compasso
ainda que doa

dança!
com sorriso ímpar
ainda que não haja par

…a valsa: sem nome. o devir : move-te se te queres viv@. o ímpeto: a dança. a leveza: o sorriso. a dor: o vestido! … potência devastadora e fantástica, fatal e gozoza d’exystir: exystir existindo, ser sendo, sentir sentindo, viver vivendo… o mistério do planeta se traduz in encontros! a vi(n)da: uma experiência performática inevitável, pulsante, lasciva, imprevisível, que pode ser calmaria y tumulto eletrizantes in thempo mesmo!… “é-se o tudo!”… A dança evoca, a vida ch’ama…cl’ama! é preciso reagir, é preciso dançar, ainda que doa…!

Serviço:
Dia 18 de novembro (sábado)
Local: Teatro Reviver
Horário: 20h30

As performances acontecem ao mesmo tempo em pontos variados do teatro, com duração aproximada de 1h.
Não é permitida a entrada de crianças. Contém nudez.